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FAQ & resolução de problemas

A redação de segredos é fiável ao ponto de confiar?

É best-effort — apanha padrões comuns (chaves privadas, JWTs, tokens AWS/GitHub/Slack, atribuições KEY=segredo). Revê sempre o output antes de partilhar, e mantém os segredos fora do repo à partida. Desliga com --no-redact só quando offline e a confiar no destino.

Um ficheiro que eu queria foi saltado

Provavelmente foi ignorado (defaults + .gitignore + --ignore), detetado como binário (tem um byte nulo), maior que 512 KB, ou descartado por se atingir o orçamento de tokens. O resumo da CLI e o skippedFiles dizem-te qual.

O matcher de ignore não se comportou como o git

Implementa um subconjunto comum do .gitignore (comentários, negação, âncora, */**), não a spec completa. Acrescenta padrões --ignore explícitos para casos-limite.

Quão exata é a contagem de tokens?

É uma estimativa (~4 chars/token), agnóstica do modelo e rápida — serve para orçamentar, não para faturação exata. Os tokenizers reais variam por modelo.

Posso incluir ficheiros normalmente ignorados?

Sim para exclusões extra via --ignore; para forçar a inclusão de algo que o teu .gitignore bloqueia, corre contra um subdiretório ou ajusta temporariamente as regras de ignore.

Markdown ou XML — qual devo usar?

Markdown é o mais amigável para chat; XML (--format xml) é útil para pipelines RAG que fazem parse de blocos <file>.